Nestes últimos dois anos, o imóvel voltou a assumir a sua função mais ancestral: a proteção.
| Nestes últimos dois anos, o imóvel voltou a assumir a sua função mais ancestral: a proteção. Mas muito antes do retorno dessa necessidade, uma mudança silenciosa esteve mexendo com as estruturas das famílias, e portanto, dos imóveis, desde 1985. O aparecimento dos primeiros computadores e smartphones abalou profundamente o comportamento das famílias brasileiras, especialmente dos jovens e toda uma geração de crianças da época e dos anos precedentes, que foram criados e formados sob a égide das novidades e avanços das tecnologias, notebooks, smartphones, 3g, 4g, e agora, o 5g. Os mundos agora, estão conectados, e as distâncias são praticamente inexistentes, mas isso também acarretou uma drástica diminuição da circulação das pessoas nos imóveis, e por consequência, a necessidade de espaço sentiu os efeitos deste novo hábito. Todavia, a demanda por espaços mais compactos, traz consigo a obrigatoriedade de praticidade e amplitude! Cômodos integrados, com menos cantos e paredes, mais interação de todos os espaços da casa, o famoso “conceito aberto”. Os lares tem se assemelhado cada vez mais aos imóveis ancestrais: as cavernas. Os cômodos, agora integrados, tornam-se vãos livres, que podem ser utilizados para uma gama incontável de funções, desde uma sala íntima, até um Home-office/sala de jogos/ sala de reuniões/ estúdio de gravação. As cavernas do século XXI tem seus ambientes integrados, ocupando as mais variadas funções em um mesmo ambiente, não necessariamente com mais espaço, mas com praticidade e sensação de amplitude. Elas são tecnológicas, conectadas, responsivas, práticas e ancestrais. MD+, Seu Mundo de Conhecimento, é Aqui. |







