O Presente é a Presença

Até os anos 70-80, a formação da nossa sociedade seguia uma ordem pré-definida: Os casais se formavam entre os 18-24 anos, namoravam por no máximo 2 anos, se casavam, e então, com a ajuda dos convidados do casamento, juntavam os fundos e os equipamentos necessários para começarem sua casa e sua família (mobília, enxovais de cama, mesa e banho, eletrodomésticos e muito mais), e por fim, com quase toda a certeza de 1 a 3 anos, viriam os filhos. 

Mas com a geração Y – os Millennials – tudo mudou.
 
Eles trouxeram outras prioridades e necessidades para o mundo dos imóveis, eles moram com os pais o maior tempo possível que conseguirem (até os 35-40 anos!), para esta geração, a prioridade é a formação de suas carreiras e investimentos, os namoros deles duram 8 anos ou mais, e quando chega o casamento, muitas vezes nem é com a mesma pessoa com quem namoraram por quase uma década.

A Geração Y aproveitou que agora a juventude foi alongada para além dos 30 anos – tanto por seus pais superprotetores (sim Geração X! Estamos falando de vocês, que agora tem acima de 50 anos!) quanto pela ciência – e eles querem aproveitar cada experiencia que a vida tem para lhes oferecer, e isso em todos os campos, tanto no profissional como no pessoal.

A tradição de uma lista de presentes de casamento era amplamente vista como essencial para a formação do futuro casal, pois as gerações anteriores de compradores de imóveis somente iriam montar seus lares e conviver com seus parceiros após a cerimonia, e os convidados para a festa tinham uma participação fundamental na arrecadação dos fundos para que tudo isso acontecesse, mas agora, existe um novo hábito que tem dado um verdadeiro nó na cabeça dos convidados para os casamentos dos Millennials e Centennials: “O Presente é a Presença”.
 
“Como assim?!” Dizem os mais velhos.
 
É que agora, os casamentos acontecem entre pessoas que já moram juntas ou que já possuem suas vidas e imóveis alugados ou comprados. É importante ressaltar o papel do aluguel para este novo hábito.

Antigamente, casamento era sinônimo de casa própria, ou da construção de uma, e o aluguel era considerado uma vergonha. Hoje em dia, ele é um estilo de vida, e a liberdade para inúmeros casais “nômades da era digital”. O aluguel possibilitou para inúmeros casais morarem juntos antes mesmo de cogitarem o casamento, e para muitos, até o término do namoro e o começo de outro relacionamento.

Mas voltando algumas linhas atrás, os casais que optam por se casar hoje em dia, se formam com suas vidas prontas, carreiras encaminhadas, investimentos rendendo – seja na forma de imóveis ou no mercado financeiro.

E este é um modelo que aparentemente veio para ficar. Por isso, cada vez mais veremos casamentos “O presente é a presença, pois a único interesse dos casais na festa é: curtir a presença dos amigos e familiares queridos, e talvez, alguma ajuda – com o valor que o convidado quiser e puder dar – com a lua de mel. 

Estes públicos se encaixam muito nos perfis 2, 3 e 4 descritos por Marcus Araujo no Livro “Meu Imóvel, Meu Mundo” Para se aprofundar no assunto, e descobrir os tipos de imóveis que mais se encaixam nas expectativas deles, fica aqui essa dica de leitura! (O livro está disponível na loja! #FicaaDica)
 
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Francine

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