A mente dos homens funciona feito um ímã que atrai pessoas e coisas, mas também repele o que não for semelhante. Assim, intelectuais, religiosos, políticos, pilantras, alcoólatras etc., formam grupos distintos. “Diga-me com quem andas e eu te direi quem és”, diz o velho ditado.
| Quando alguém abandona seus hábitos antigos ou sua postura mental, os velhos amigos desaparecem e novos aparecem. E até o ambiente ao redor se modifica. Também é verdade que a mente que teme, odeia e despreza determinadas pessoas ou determinados fatos, acaba sempre envolvida com eles. Isso ocorre porque o sentimento é semelhante e, portanto, age a ‘lei de atração dos semelhantes’. Uma pessoa feliz atrai pessoas felizes e um revolucionário atrai pessoas revolucionárias. Mesmo que uma pessoa fiel atraia traidores, reflete o fato de que em algum canto da mente se encontra a culpa de ter traído, o desejo de trair ou o medo de ser traído. Com furtos, roubos, assaltos, dentre outros, acontece o mesmo. Anos atrás, ouvi relatos de proprietários de padarias numa certa rua do Rio de Janeiro, onde a maioria disse que já tinha sido assaltada. Alguns disseram que nunca foram assaltados e outros disseram que foram assaltados mais de uma vez. Mas um ‘injustiçado’ reclamou que já fora assaltado 17 vezes. Fala-se muito em ‘bala perdida’… Mas há quem diga que, se a bala estivesse ‘perdida’, ninguém a encontraria. É preciso estudar a mente humana, assumir toda a culpa e decidir controlar nossos pensamentos, palavras e atos. E, assim, dominar nosso destino. Talvez não consigamos jamais controlar totalmente nosso destino, mas, se levarmos uma vida harmoniosa, com sentimento de amor para com todas as pessoas, coisas e fatos, certamente seremos bem-sucedidos em nossos empreendimentos e teremos ‘paz de espírito’. Pensemos nisso. Por Grauben Lauschner. Datastore, Espiritualidade nos negócios também é D+. |







