A caravana partiu bem cedo. Vestidos para abrir a próxima morada, para beber das nossas melhores tradições, rumo a Palmela. Casa de familia Ermelinda Freitas.
| Paragem obrigatória. Ar puro. A adega estabelecida em 1920 por Leonilde Freitas. Mulher à frente do seu tempo que passou a vinha à sua neta Germana e que sempre lutou para que tanto bom vinho se mantivesse nas mesmas mãos, no mesmo sangue. Fomos ver de perto as vinhas, a continuidade da marca na liderança da bisneta Ermelinda, que deu o nome à casa, ao peso destas gerações. Fomos conhecer o legado destas mãos que passaram o cesto em tantos hectares. Uvas bem pisadas, árvores firmes, um projecto que honra a superação da mulher na passagem dos anos. Hoje nas mãos da neta Leonor. Foram 5 gerações até chegar aqui. Foi onde almoçámos, onde me senti em casa. Onde me perdi de amores para ganhar força e entrar, em grupo, no autocarro rumo ao Algarve. O tempo acelerou e aterrámos na modernização do morar. Quinta do lago. Paragem no Wyndham grand hotel. Mostrar o nosso Algarve já sem a enchente do verão. O dia colaborou e permitiu passeios no exterior, sem chuva! Ao final do dia ainda íamos com parte do programa por cumprir! Muita conversa, muita gargalhada e tanta aprendizagem! Seguimos juntos para Vilamoura. The Creek. 1700 hectares. Grupo que faz parte do triângulo dourado português. Rumámos ainda para fechar o dia no Dom Pedro Residences. O que ia ser um por do sol acabou por ser um espectáculo de luzes para marcar um dia de missão cumprida. Portas abertas do nosso Portugal cheio de cores e vida. E amanhã? Amanhã há mais! Estamos juntos! Abraço, Ana. |







