Manifesta-se o que é reconhecido.

Quem não conhece um ‘bêbado de rua’?

Em toda cidade, em todo bairro, há um ‘bêbado de rua’. Geralmente é um maltrapilho, um mendigo, e é visto todos os dias perambulando pelas ruas, totalmente embriagado. Ele é desprezado pela família, não tem amigos, nem tem onde morar. Obviamente, também não tem fonte de renda. Mas está sempre bêbado. Então, de que forma ele consegue a bebida?

Esse ‘bêbado de rua’ nutre permanentemente um profundo desejo: “Quero beber; preciso de cachaça!”. E a consegue…
 
Devemos pensar sobre isso… Se implantarmos na nossa mente um objetivo claro, definido, e concentrarmos permanentemente nosso pensamento nesse objetivo, ele se concretiza.
 
De que forma? O Universo nos dará a fonte. Não é necessário se preocupar com a fonte. Basta apenas desejar profundamente e acreditar que esse objetivo já existe.
 
Tudo o que é verdadeiro aumenta com o uso. Assim, o sentimento de amor, a sabedoria, a alegria, a riqueza… são bens que se multiplicam quanto mais forem usados. Todos podem enriquecer infinitamente sem que alguém empobreça.
 
“Peça fósforos para quem fuma”. Aquele que não fuma, não tem consigo fósforos, nem outro meio para acender um cigarro. No Sul do Brasil se toma chimarrão e todos os anos a ‘erva mate’ aumenta. Nas demais regiões do país, onde não se toma chimarrão, não cresce ‘erva mate’. Quanto mais aumenta um determinado hábito alimentar, mais alimentos aparecem para atender esse hábito.
 
Como vemos, não devemos ter parcimônia em ‘gastar’, porque, quanto mais se ‘gasta’, mais se arrecada. A riqueza não é um bem material, mas um bem espiritual que se manifesta materialmente quando o desejamos profundamente. E, por sermos ‘um com o todo’, quanto mais beneficiamos os outros, mais abundantemente a riqueza se manifesta em nossa vida.
 
No entanto, ‘gastar’ não deve ser um ‘desperdiçar’. O Universo não tolera desperdício, mas compactua com o ‘bom uso’.
 
“O mundo se move quando eu me movo”.
 
Pensemos nisso.
Grauben Lauschner.




Francine

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